Hoje foi um dia super ensolarada, e também o mais frio por causa
disso. Sensação térmica de -4 haha. Deal
with it, Carioca! :)
Fui ver um apartamento perto do aeroporto, e amei o apartamento e
amei a minha talvez futura mate Daphnée. Francesa, então vou praticar
tanto ingês quanto francês, e trabalha de comissária de bordo da Ryan Aer,
empresa aérea aqui com vôo que cabem no bolso.
Se eu morar lá vou ter que pegar ônibus, mas o lugar é lindo, tem
um parque na frente, será super qualidade de vida, a 25 min do centro, por um
preço razoável, porque aluguel aqui já falei, é um escândalo!
Vamos ver! Já fiz as contas e dá, ainda mais quando eu puder
trabahar. Povo aqui tem me ajudado bastante, me dizendo onde eu poderia ou não
dar aulas de dança e yoga. Não rpetendo trabalhar em restaurante, é o mais
fácil, mas vim para dançar e vou manter minha meta. E, claro, a ambição mor, um
mestrado em literatura inglesa pela Trinity College, a top daqui. Vou tentar
uma bolsa assim que tiver meu Ielts.
Sábado a noite acabei saindo com meu amigo Andrea, um italiano
muito gente fina que mora aqui há quatro anos. Ele foi me buscar de vezpa, tão
italiano! Achei sensacional, só não imaginava andar de moto no frio, mas foi
super legal, ver a cidade em duas rodas, e beber Guinness, e dançar música
típica irlandesa.
Realmente o povo aqui é muito divertido e animado, E recado para
as meninas: aqui tem mais homem que mulher, e eles vêm falar com você mesmo.
Não esperam não, batem o olho, e vêm logo. Loucura! Rs
Voltando ao apartamento, estava ontem tomando um chá com a Daphnée
e ela me disse que a imigração foi difícil para ela no começo também, digo, em
termos de emprego, e o Andy me disse o mesmo, logo, uma coisa que o Irlandês
tem de bacana é não diferenciar o estrangeiro: seja você de qual nacionalidade
for, você tem que ter um certificado daqui para trabalhar, seja em idiomas ou o
que quer que seja.
Estou tendo boas prospecções para o futuro! Mas é assim mesmo,
pensar positivo! E escrever. escrever sempre. Em terra de Yates, Bram Stocker,
James Joyce, George Bernard Shaw, Oscar Wilde, dentre tantos outros brilhantes
(sim, eles são irlandeses, não britânicos), inspiração é o que mais se tem nas
ruas dessa cidade.
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