sábado, 22 de abril de 2017

Rush, 20 e 21 de abril de 2017

Dia 20:

Voltar para casa é bom! Pelo menos aqui é como uma casa para mim. E hoje consegui dormir 4h30 direto, muito raro. Meu sono é sempre interrompido, em sequências de 1h em 1h, ou 2h em 2h. Raro eu dormir quase 5 ou 6 horas em sequência. Acho que a dança faz muita falta aí, porque eu me canso, pero no mucho.

Hoje é folga ainda, mas como eu moro com a família, a Clara acha que eu estou trabalhando, mesmo eu dizendo que eu estou aqui, mas não estou aqui. ha ha 

Acabo brincando com ela, porque é divertido, mas antes de brincar escrevi e tentei postar umas fotos. A questão é que tirei cerca de 300 fotos, então, que preguiça de colocar! Até porque meu computador é antigo, e mesmo o wifi sendo rápido na casa, ele embaça para colocar, e as vezes, faz que coloca e não coloca, e eu não tenho mais paciência para perder tempo online.

Quando a vida real é melhor que a virtual (e graças a Deus por isso), ficar de cara com um computador pode ser maçante. Fui criada brincando na rua, no quintal, nunca fui de ficar trancada. Logo, ainda não gosto. Por isso que gosto de viajar, porque quando a gente viaja, ao menos eu, me sinto obrigada a sair cedo do hotel e dar uma volta para conhecer. Acho que trauma de quando era criança e meu pai demorava 2h no banho, e a gente perdia um bom pedaço do dia esperando por ele.

Então, o dia hoje foi de descanso e brincadeira! 

Dia 21:

Dia de trabalho! Hoje vou levar a Clara no cinema. Ok, passear no expediente pode parecer legal, mas já cuidou de uma criança? É divertido, mas uma responsabilidade tremenda. Sempre mantendo os olhos nela, porque criança é curiosa, e vai para várias direções ao mesmo tempo, e você tem que acompanhar o ritmo. O ônibus atrasou, e perdemos a sessão. Não deu para pegar os trailers, já tinha passado 25 minutos, então, tivemos que esperar pela sessão das 13h30.

Aí fomos em várias lojas, e depois levei ela para comer. Eu mesma não quis comer, porque não curto junk food, mas poderia tomar um café e não tomei. Na hora estava meio inapetente, porque já disse, é uma responsabilidade. E saber explicar que tem um dinheiro certo para cada coisa, que se passar, não tem para a bala, e para a pipoca. Da próxima vez, tenho que lembrar de trazer um lanche, como fiz de outras vezes, hoje esqueci. Porque tem que ter uma fruta ou um biscoito para beliscar. O filme acabou sendo longo e as duas com fome no final. Pedi para ela me lembrar do "picnic" da próxima vez.


Vimos a "Bela e a Fera", versão com pessoas do desenho da década de 90. Lembro que vi menina o desenho no cinema, e me impactou muito. Não foi diferente o filme, acho que gostei mais que a Clara, porque me trouxe uma série de lembranças, e a fotografia e figurino do filme são perfeitos. Os atores escolhidos a dedo, a Emma Watson está realmente a cara da Bela, parece que ela nasceu para a personagem. Fiquei muito comovida com a história. Essas histórias infantis são interessantes, porque passam uma mensagem, nesse filme especificamente, de não julgar pelas aparências.

Voltamos correndo para não perder o ônibus, Aqui o ônibus n]ao passa toda hora, então tem que estar no ponto. Se ele atrasa é uma coisa, a gente que não pode atrasar.

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